Tranqüilidade

As preocupações se foram. Todas elas (tá, quase).

No último post eu estava encucado com uma coisa que ainda não está bem resolvida, mas que pelo menos não me incomoda mais. Nada como uma boa conversa com a pessoa certa pra jogar a angústia pra escanteio.

Com a orientadora num workshop, estou de “semi-férias”. Semi, porque tenho uma pilha de papers pra ler. E, naturalmente, com os papers vêem as referências. Mas tudo bem, tô aqui é pra isso mesmo.

O importante é que cada vez mais me sinto livre do fantasma da graduação. Hoje o Júpiter já não achou mais meu cadastro na graduação (eu vinha entrando todo dia, só pra confirmar no meu histórico que realmente acabou). E grandes acontecimentos se aproximam. Dia 9 de março não está longe. E no dia 13 vou oficialmente estar entrando em uma nova fase.

Fase essa que, se tudo correr bem, será bem mais equilibrada do que a anterior.

No fim das contas, acho que é esse mesmo o ponto: em cada fase da vida, aprimoramos o que vimos de errado em nós mesmos nas fases anteriores, e cometemos novos erros que vamos corrigir nas subseqüentes.

Esses dias recebi uma frase bem bacana no meu scrapbook: “Pelo entusiasmo medimos a idade do homem: velho é aquele que não vibra com nada e acha tudo difícil e irrealizável”. Eu não poderia concordar mais com essa frase. Não importa o que eu faça, sempre tento encarar com entusiasmo; isso torna as coisas menos difíceis e mais agradáveis. É uma das coisas que fazem valer a pena ir atrás de um objetivo.